O Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco festejou uma das suas semanas mais emblemáticas, a Semana do Livro e da Leitura, de 28 de Novembro a 2 de Dezembro. Nesta 6ª edição, dinamizada pela Biblioteca Escolar em articulação com os Departamentos Curriculares, a comunidade educativa envolveu-se de forma dinâmica e participativa em inúmeras iniciativas que pretenderam criar e alimentar o hábito de ler e despertar para a fruição que a leitura pode proporcionar. Recordando Henry David Thoreau, “muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro”. Também Monteiro Lobato sublinha a importância decisiva dos livros para o desenvolvimento da humanidade e da sociedade: "Um país se faz com homens e livros".

As atividades procuraram abranger a vertente lúdica, educativa e cultural, destacando-se as seguintes: Conversas de Pais na Tertúlia Literária,  onde pais, professores e alunos partilharam momentos de poesia e trocaram ideias sobre “o livro que eu gostaria de ter escrito”;  Encontro com  investigadora, escritora e ilustradora Luísa Ferreira Nunes; Tarde de Cinema para aprofundamento de leituras recomendadas, com o filme “Invictus”; Feira do livro; “1º ciclo de Histórias”; Jornada literária em “Encontro na literatura”; “Os Livros em palco”, com representação pelo Clube de Teatro de “As cozinheiras de livros”; Hora do conto e atelier com a participação da Biblioteca Municipal; Peddy paper “As chaves da leitura”; Jogo inter-turmas “Brincar com o Português”; Enigmas na feira do livro; Exposições: “Ler é Saber“, “O meu Livro”, “Brasões”, “Mostra de Jornais: O Perdigoto e outros”.

Para acentuar o prazer que a leitura pode proporcionar, a semana foi “adoçada” com um momento de “Doces com livros”, em que as compotas da época e os chás aromáticos perfumaram o ambiente e animaram os leitores.

Em resumo, o que marcou a semana foram as palavras de Bill Gates, sempre recordadas aos alunos: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.”