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  GERAL  
 
   1ª Página
   Editorial
  ENTREVISTA  
 
   Entrevista com o Director do Hospital, Dr Costa Reis
  OPINIÃO  
 
   Solidão
   Sobre os meninos
   Felicidade
   Palavras agradáveis e desagradáveis
   As palavras que tanto
gosto e tanto detesto
   Como é que uma pessoa se sente quando foge de casa.
   Mar
   O que é a felicidade
  INICIATIVAS  
 
   Alunos na rádio
   Carnaval 2002
  
Cortejo de Cabeçudos na Escola
   O Baile de Máscaras
   A minha Visita de Estudo
   Pavilhão do Conhecimento
   Visita de estudo a França
   Uma visita à Biblioteca
   Visita de estudo a Lisboa
   Visita de Estudo a Sortelha
  ACTUALIDADE
(semana da escola)
 
 
 TEMAS
   Ciência Viva
   Página da Matemática
 SABER +
   A alimentação
   As minhocas e as cegonhas
   EURO – Meio de União da Europa
   A história do BMX
   Acção de Prevenção do Tabagismo
  OUTRAS NOTÍCIAS  
 
   Componentes do Currículo 7.º Ano
   Novos programas: A Geografia em Mudança
   Páscoa, tempo de Mudança: tempo de Libertação...
   Especialistas da Comunidade Europeia visitam a escola
     
  A história do BMX

     Tudo começou com as pessoas que praticavam motocross e queriam inserir os seus filhos no desporto , e daí surgiu o BMX , que foi a melhor maneira encontrada por essas pessoas para os habituarem ao desporto pretendido pelos pais.
     Nos primeiros anos, eles perceberam que a grelha de partida tinha de ser a descer e os obstáculos (saltos) tinham que ser menores , depois de uns certos ajustes era o ideal para o treino dos mais pequenos.
      E, aproximadamente, passados cinco anos o BMX deixou de ser um desporto de treino e passou a ser um desporto como outro qualquer.
     Hoje em dia, no BMX só podem correr oito pilotos de cada vez, os saltos mudaram um bocado, passou a ter o estilo próprio da modalidade. No principio, os saltos eram de qualquer maneira, no ano seguinte criaram os seus próprios saltos e também deram nomes próprios aos saltos como “step, tabel, dupla, speed jump, yupis, etc “.
     Mas esta era a parte melhor da historia, e a parte pior é que a Federação Portuguesa de Ciclismo não apoia o suficiente a modalidade. Até 1999 era o Sr. João Hortelão que organizava as provas e a partir de 2000 quem organiza é uma empresa organizadora de eventos, chamada Multimix .
     Portugal será, eventualmente, o país com menos federados para esta modalidade, só tem 60 pilotos federados, mas também há outros países que tem excesso de federados, a França é um desses países, tem perto de 530 pilotos federados.
     Em Portugal também há poucos pilotos, porque os pais não apoiam e os equipamentos e os acessórios para a bicicleta são muito caros. Um piloto para ter o equipamento todo tem de ter: luvas, calças e camisola própria, e um capacete integral .
     Referente à bicicleta, tem de ser de roda 20x e tem de ser muito resistente.
     Nos dias de hoje, o objectivo de todos os pilotos é serem campeões nacionais e serem convocados para correr pela selecção.

João Fidalgo, 9º D e Fernando, 8º B
  Sobre os Meninos

     Na aula de Formação Cívica, fomos à prisão. Saímos da Escola todos ordenados e apanhámos o autocarro. Depois parámos numa paragem, onde descemos e fomos a pé até à prisão. Quando lá chegámos, a turma foi dividida e entrámos.
     Eu gostei muito e simpatizei com todas as crianças. Eram todas muito fofinhas, demos-lhes os presentes, fomos ver os mais pequeninos e depois, quando já não tínhamos nada para fazer, cantámos uma canção. A sala onde eles estavam era um lugar como outro qualquer. Mesmo que alguém fosse com os olhos fechados, nunca ia perceber que era uma prisão, porque estava cheio de desenhos lindos, com os nomes dos meninos, e tinha um lugar para eles comerem e brincarem. Também gostei da forma como os tratavam.
      Adorei a visita, mas espero que tenham um futuro lindo, lindo pela frente e que nunca tenham vergonha das mães ou pais presos, porque são sempre pais. E foi assim...
     Depois apanhámos o autocarro, esperámos um bocadinho e regressámos à Escola.

Sofia Teles – 7ºA – n.º20 
  O que é a felicidade!

     Imagino a Felicidade como uma enorme luz, tão grande como o sol, tão brilhante e luzente como as estrelas e tão linda como o azul do mar ou as noites do luar.
     Ser feliz é viver e gostar de viver, sorrir e gostar de sorrir.
     A Felicidade é como o arco-íris, muito colorida e brilhante e parece não ter fim como o arco-íris, por vezes o fim encontra-se e a linda, brilhante e colorida Felicidade desaparece. Ficará sem brílho e as suas alegres cores ficarão mais escuras, como uma flor ao murchar.
     A Felicidade depende da forma como nos olhamos e como olhamos o mundo à nossa volta.

Cátia Margarida n.º 5 - 7º B