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A história do BMX |
Tudo
começou com as pessoas que praticavam motocross
e queriam inserir os seus filhos no desporto , e daí
surgiu o BMX , que foi a melhor maneira encontrada
por essas pessoas para os habituarem ao desporto pretendido
pelos pais.
Nos primeiros anos,
eles perceberam que a grelha de partida tinha de ser
a descer e os obstáculos (saltos) tinham que
ser menores , depois de uns certos ajustes era o ideal
para o treino dos mais pequenos.
E, aproximadamente,
passados cinco anos o BMX deixou de ser um desporto
de treino e passou a ser um desporto como outro qualquer.
Hoje em dia, no BMX
só podem correr oito pilotos de cada vez, os
saltos mudaram um bocado, passou a ter o estilo próprio
da modalidade. No principio, os saltos eram de qualquer
maneira, no ano seguinte criaram os seus próprios
saltos e também deram nomes próprios
aos saltos como step, tabel, dupla, speed jump,
yupis, etc .
Mas esta era a parte
melhor da historia, e a parte pior é que a
Federação Portuguesa de Ciclismo não
apoia o suficiente a modalidade. Até 1999 era
o Sr. João Hortelão que organizava as
provas e a partir de 2000 quem organiza é uma
empresa organizadora de eventos, chamada Multimix
.
Portugal será,
eventualmente, o país com menos federados para
esta modalidade, só tem 60 pilotos federados,
mas também há outros países que
tem excesso de federados, a França é
um desses países, tem perto de 530 pilotos
federados.
Em Portugal também
há poucos pilotos, porque os pais não
apoiam e os equipamentos e os acessórios para
a bicicleta são muito caros. Um piloto para
ter o equipamento todo tem de ter: luvas, calças
e camisola própria, e um capacete integral
.
Referente à bicicleta,
tem de ser de roda 20x e tem de ser muito resistente.
Nos dias de hoje, o
objectivo de todos os pilotos é serem campeões
nacionais e serem convocados para correr pela selecção.
João Fidalgo, 9º D
e Fernando, 8º B
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Sobre os Meninos |
Na
aula de Formação Cívica, fomos
à prisão. Saímos da Escola todos
ordenados e apanhámos o autocarro. Depois parámos
numa paragem, onde descemos e fomos a pé até
à prisão. Quando lá chegámos,
a turma foi dividida e entrámos.
Eu gostei muito e simpatizei
com todas as crianças. Eram todas muito fofinhas,
demos-lhes os presentes, fomos ver os mais pequeninos
e depois, quando já não tínhamos
nada para fazer, cantámos uma canção.
A sala onde eles estavam era um lugar como outro qualquer.
Mesmo que alguém fosse com os olhos fechados,
nunca ia perceber que era uma prisão, porque
estava cheio de desenhos lindos, com os nomes dos
meninos, e tinha um lugar para eles comerem e brincarem.
Também gostei da forma como os tratavam.
Adorei a visita, mas
espero que tenham um futuro lindo, lindo pela frente
e que nunca tenham vergonha das mães ou pais
presos, porque são sempre pais. E foi assim...
Depois apanhámos
o autocarro, esperámos um bocadinho e regressámos
à Escola.
Sofia Teles 7ºA
n.º20
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O que é a felicidade! |
Imagino a Felicidade
como uma enorme luz, tão grande como o sol,
tão brilhante e luzente como as estrelas e
tão linda como o azul do mar ou as noites do
luar.
Ser feliz é viver
e gostar de viver, sorrir e gostar de sorrir.
A Felicidade é
como o arco-íris, muito colorida e brilhante
e parece não ter fim como o arco-íris,
por vezes o fim encontra-se e a linda, brilhante e
colorida Felicidade desaparece. Ficará sem
brílho e as suas alegres cores ficarão
mais escuras, como uma flor ao murchar.
A Felicidade depende
da forma como nos olhamos e como olhamos o mundo à
nossa volta.
Cátia Margarida n.º
5 - 7º B
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