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O antigo Entrudo no Ladoeiro |
No dia de Carnaval todos se divertiam.
As raparigas solteiras não passeavam muito à vontade, pelas ruas da aldeia, pois os rapazes corriam atrás delas para as farruscar na cara.Os rapazes sujavam as mãos com carvão, e, lá iam eles todos contentes, a farruscar a cara das meninas.
As portas das casas não eram fechadas com chave. Então os rapazes abriam as portas e deitavam caqueiradas (cacos velhos, farinha e latas) para dentro das casas.
Também punham massa farinheira (gordura e farinha misturada) nas portas. Ficava tudo sujo e engordurado.
Mas algumas raparigas também gostavam de fazer partidas.
Aproveitavam esta época de Carnaval para fazerem partidas a outros, sem que ninguém ficasse zangado.
As mulheres vestiam-se com fatos dos pais ou dos irmãos, punham almofadas no rabo, lenços e chapéus na cabeça, para que ninguém as reconhecesse.
Os homens vestiam-se com fatos das mães e das irmãs.
Enfeitavam os burros e as carroças.
Juntavam-se as pessoas mascaradas e passeavam nas ruas da aldeia.
Normalmente passeava-se onde havias mais pessoas, junto à igreja e tabernas.
No final da tarde tinham que lavar as casas, e, de seguida, iam jantar.
O dia terminava com um grande baile.
Quase que estavam lá todas as pessoas da aldeia. As raparigas solteiras não podiam ir ao baile sozinhas. Tinha que ir a mãe ou alguém casado acompanhá-las.
Era um dia bem passado e muito divertido; toda a gente adorava e prometiam estar lá para o ano seguinte.
Ana Catarina, 6ºC
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História do Carnaval |
Segundo definição genérica, o carnaval é uma festa popular colectiva, que foi transmitida oralmente através dos séculos, como herança das festas pagãs realizadas a 17 de Dezembro (Saturnais - em honra ao deus Saturno na mitologia grega) e a 15 de Fevereiro (Lupercais - em honra ao Deus Pã, na Roma Antiga). Na verdade, não se sabe ao certo qual a origem do carnaval, assim como a origem do nome, que continua a ser polémica.
Alguns estudiosos afirmam que a comemoração do carnaval tem as suas raízes nalguma festa primitiva, realizada em honra do ressurgimento da primavera.
Outros autores acreditam que o carnaval tenha-se iniciado nas alegres festas do antigo Egipto. É verdade que os egípcios festejavam o culto a Ísis desde o ano 2000 A.C.
Em Roma, realizavam-se danças em homenagem a Deus Pã (chamadas Lupercais) e a Baco (ou Dionísio para os gregos).
No início da Era Cristã, a igreja deu nova orientação a essas festividades. A fixação do período carnavalesco gira em torno de datas predeterminadas pela própria igreja. Tudo indica que foi nesse período que se deu a anexação ao calendário religioso, pois o carnaval antecede a Quaresma. É uma festa de características pagãs que termina em penitência, na dia de quarta-feira de Cinzas.
Originariamente os cristãos começavam as comemorações do Carnaval a 25 de Dezembro, compreendendo os festejos do Natal, do Ano Novo e de Reis, onde predominavam os jogos e os disfarces.
Já no Carnaval romano, viam-se corridas de cavalo, desfiles de carros alegóricos, brigas de papelinhos, corridas de corcundas, lançamentos de ovos e outros divertimentos.
O baile de máscaras, introduzido pelo papa Paulo II, adquiriu força nos séculos XV e XVI, por influência da Commedia dell'Arte. Eram sucesso na Corte de Carlos VI. Ironicamente, esse rei foi assassinado numa dessas festas fantasiado de urso. As máscaras também eram confeccionadas para as festas religiosas como a Epifania (Dia de Reis).
Em Veneza e Florença, desde o século XVIII, que as damas elegantes da nobreza trouxeram o seu requinte e bom gosto à tradição do carnaval.
Na França, o carnaval resistiu até mesmo à Revolução Francesa e voltou a renascer com vigor na época do Romantismo, entre 1830 e 1850.
Sendo uma manifestação artística onde prevalecia a ordem e a elegância, com seus bailes e desfiles alegóricos, o carnaval europeu iria desaparecer aos poucos na Europa, em fins do século XIX e começo do século XX.
Há que registrar, entretanto, que as tradições carnavalescas ainda se mantêm vivas em algumas cidades europeias, como Nice, Veneza e Munique, havendo um ressurgimento generalizado desta tradição.
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Carnaval |
O Carnaval caracteriza-se pela dança, pela música, pela máscara e acima de tudo pela liberdade, refreada ao longo do ano, o que faz com que seja uma festa popular. Impera o riso e a diversão, o inesperado e o erotismo. Assume especial destaque, por diferentes motivos, em três lugares do planeta: Nova Orleães (EUA), Veneza (Itália) e, atingindo aí a dimensão máxima, no Rio de Janeiro (Brasil).
Clube de Jornalismo, 3º Ciclo
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Os disfarces da família Gomes |
No dia de Carnaval a família Gomes reuniu-se numa festa.
A festa era de máscaras. O Rui que era o filho mais novo disfarçou-se de Zorro.
O Zorro numa grande brincadeira estragou a almofada com a sua espada.
A mãe do Rui mascarou-se de fada. A fada, com a sua varinha mágica, transformou a almofada, ficando esta como nova.
O filho mais velho, que era o Júlio, disfarçou-se de Homem-Aranha. Este trepou o móvel, escorregou e caiu.
Entretanto o pai, que estava mascarado de médico, foi socorrer o Homem-Aranha, que tinha uma ferida no joelho.
A festa de Carnaval desta Família foi um pouco atribulada.
Andreia Machado e Catarina Pinheiro, 2º ano, da EB1 do Matadouro
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Uma Escola divertida |
O dia 20 de Fevereiro foi um dia divertidíssimo, porque vestimo-nos com fatos diferentes, cantámos, dançámos, brincámos e tirámos fotografias.
Os alunos da escola reuniram-se todos de manhã e fizemos um cortejo.
Desfilámos perto do mercado da cidade, pela rotunda da Europa, seguimos para EB 2 3 Cidade Castelo Branco. Aí tínhamos música, ofereceram-nos chocolates e encontramos mais alunos mascarados.
Por fim, viemos novamente para a nossa escola, mas de autocarro.
Alunos do 1º ano da EB1 do Matadouro
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Carnaval |
Neste Carnaval há muitos palhaços,
Malabaristas, equilibristas
E muitos outros artistas.
As crianças gostam do carnaval e
Vêem-se máscaras diferentes
Neste grande festival:
Palhaços, reis e heróis,
Vampiros esbranquiçados
E princesas por todos os lados.
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Há ainda em quantidade
Muitas velhas de longa idade
Homens-aranhas e marinheiros.
E a finalizar o cortejo,
Ciganas , damas antigas
E jogadores de várias Ligas...
João Vitor & João Pedro
4º ano- Boa Esperança |
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